Sobre o blog

“A palavra Sinfonia vem de uma palavra grega que significa ‘consonância’ – que soa em conjunto, quer com instrumentistas quer com cantores […]. Para J. S. Bach e Handel, significava a introdução a uma peça musical maior, pequena como uma ária ou grande como uma ópera. As primeiras sinfonias orquestrais eram apenas isso: aberturas de óperas, quer francesas (lento-rápido-lento), quer italianas (rápido-lento-rápido). Passado algum tempo, Vivaldi e seus contemporâneos utilizaram suas aberturas de óperas em concertos orquestrais. […] Seu colega mais jovem Giovanni Battista Sammartini (c. 1700-1775), de Milão, […] compôs 77 sinfonias, muito poucas delas derivadas de aberturas de óperas. As primeiras são como sonatas para trio, com três partes escritas. A partir de 1732 passou a incluir, por vezes, um minueto como final e, em geral, reconhecidamente, trabalhava no sentido de contrastar temas e inventar o gênero em que um se contrapunha ao outro, criando o diálogo musical – essência da sinfonia. […]” – GALWAY, James; MANN, William (1982). «As primeiras sinfonias – entra a orquestra». In: Alexandra Towle. A Música no Tempo. [S.l.]: Martins Fontes. pp. 129-130

O Sinfonia de Ideias é um espaço para a exposição de pensamentos e opiniões do jornalista e estudante Victor de Andrade Lopes. O assunto principal do blog é música, e a maior parte dos posts consiste em resenhas de álbuns de artistas variados.

Fora isso, o espaço conterá textos esporádicos de quaisquer outros temas que forem oportunos: política, ufologia, banalidades, trânsito, etc., de forma a criar uma verdadeira sinfonia de ideias que, como as musicais, entretenham, cativem e provoquem o leitor.

A tosca foto de cabeçalho é um close do keytar de Henrik Klingenberg, tecladista da gloriosa banda de power metal finlandesa Sonata Arctica. Para quem não sabe, keytar (keyboard + guitar) é um teclado que se pendura no corpo para tocar, como uma guitarra ou baixo. O autor, um dia, ainda terá um desses. A imagem original é de Francesco Castaldo.

Histórico de mudanças na estrutura dos textos

Até janeiro de 2014, as resenhas aqui publicadas traziam um título personalizado, resumindo meu pensamento sobre o álbum. A partir de fevereiro daquele ano, os títulos passaram a seguir o padrão “Resenha: Nome do Álbum – Nome do Artista”.

Até julho de 2016, as resenhas davam notas que iam de 0,0 a 10,0 e eram abertas com um parágrafo que trazia um resumo da história do grupo em um parágrafo. A partir de setembro daquele ano, as resenhas passaram a dispensar o breve histórico e a classificar os álbuns com valores de 0 a 5, sendo:

0 = lixo, vergonhoso, descartável
1 = horrível, ruim
2 = abaixo da média, meia-boca
3 = razoável, empolga em alguns momentos
4 = bom, ótimo, bastante agradável
5 = maravilhoso, excelente, candidato a constar entre os melhores do ano

Até dezembro de 2017, a classificação dos álbuns era imediatamente sucedida por um parágrafo com algum tipo de conclusão. A partir de janeiro de 2018, a classificação virá sozinha, encerrando a resenha, e sucedida somente pelo vídeo ou por possíveis notas informativas.

Anúncios

4 Respostas para “Sobre o blog

  1. Victor, boa tarde!

    Solicito um contato seu para duvidas sobre o wikipedia. Sei que aqui não é o melhor espaço, mas estou com dificuldades de conseguir enviar respostas para você por lá.

    Por favor, se puder me ajudar eu agradeço.

    Atenciosamente,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s