Resenha: “Iconoclast” veio para mostrar do que o Symphony X é feito

Breve histórico: Symphony X é uma banda estadunidense de metal progressivo/neoclássico formada em 1994. É um dos grandes nomes dos gêneros atualmente, e possui em sua formação o guitarrista Michael Romeo e o vocalista Russel Allen, duas figuras muito reconhecidas no mundo do metal.

Reprodução da capa do álbum (© Nuclear Blast)

O álbum Iconoclast é lançado em meio a uma turnê mundial da banda, que passou pelo Brasil há poucos dias (confira fotos do show no Rio aqui). O oitavo disco do grupo dá continuidade à pegada mais agressiva que ele vem demonstrando desde o antecessor de Iconoclast, Paradise Lost. Todas as faixas são agressivas e poderosas.

Como o vocalista já havia mencionado anteriormente, o álbum apresenta um tema que combina todas as suas faixas: a dominação do mundo pelas máquinas e o problema da tecnologia a que estamos submetendo nossa sociedade. Isso contribuiu para que a musicalidade de Iconoclast seja mais sombria que a dos álbuns anteriores.

O resultado da produção foi um álbum agressivo, técnico e “dark”. Talvez tenha pecado por ser um tanto repetitivo, mas é um grande lançamento. Todos os membros da banda aproveitaram a chance para mostrar por que o Symphony X é um dos grupos de metal mais reverenciados atualmente. Destaque para as faixas “Iconoclast”, a mais longa do disco; “Bastards of the Machine” e “Prometheus (I Am Alive)”, bem pesadas; e “When All Is Lost”, que lembra a fase antiga do grupo.

Nota final = 8,0. Sem dúvida um dos melhores do Symphony X. Sobrou dedicação e preocupação à produção e à composição. As músicas podem até ser repetitivas, mas todas trazem aquilo de que a banda é feita: peso, técnica e qualidade.

Abaixo, a faixa “Prometheus (I Am Alive)”, uma das melhores do disco:

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2 Respostas para “Resenha: “Iconoclast” veio para mostrar do que o Symphony X é feito

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