Cognitivo, meu caro Watson

Por que o software Watson, da IBM, não é como outro programa de inteligência artificial qualquer

Segundo o próprio site da IBM, Watson é um software. Um software cuja plataforma é disponibilizada para outros programadores trabalharem e desenvolverem suas próprias aplicações.

Por ser um software capaz de sentir e interpretar emoções, ouvir e ler textos (lembra dos chatbots?), ele é considerado um software de programação cognitiva.

Isso o difere de programas de inteligência artificial porque estes últimos não necessariamente estão programados para aprender

A própria IBM não o considera um robô, mas reconhece que ele pode ser transformado em um robô conforme a necessidade do usuário que programa com base em sua interface.

A cultura pop traz inúmeros exemplos de softwares capazes de se comunicar com humanos e interpretar – ou mesmo manifestar – emoções, como a assistente virtual Gideon, da série DC’s Legends of Tomorow, e o guia robótico Winston, que aparece no romance mais recente de Dan Brown, Origem.

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Buscas com você nunca viu: conheça o Google Trends

A dinâmica ferramenta do Google que revela muito sobre nossas buscas diárias de cada dia

Criado em 2006, o Google Trends se tornou uma ferramenta essencial para pesquisadores e profissionais do marketing – ou mesmo para internautas casuais querendo matar alguma curiosidade.

Com dados coletados desde 2004, o Google Trends permite ao usuário conferir um gráfico com a evolução da incidência de determinadas pesquisas no mecanismo. É possível ainda filtrar os resultados com base na localização geográfica dos usuários ou no tipo de busca realizada (se foi por texto, imagens, vídeos, etc.)

Com isso em mãos, pesquisadores podem ter uma boa noção do impacto de determinados temas na sociedade. Os profissionais de marketing, por outro lado, usam essas métricas para elaborar as estratégias de divulgação de seus clientes de modo a tirar proveito de tendências do momento.

O próprio Google tem lançado anualmente um vídeo com os temas mais pesquisados no ano em questão. Confira abaixo a versão de 2017:

Há pouco menos de um mês, o Google aprimorou a ferramenta, passando a permitir buscas em tempo real, oferecer filtros ainda mais específicos e criar páginas informativas temáticas – veja que bacana esta, sobre o Brasileirão 2018!

Podcasts: as rádios do século XXI

Os iPods ficaram, mas o podcasts seguiram

Dois homens conversam para a gravação de um podcast na Alemanha (Foto por Sgerbic [CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)%5D, carregado no Wikimedia Commons)

Embora as rádios sigam firmes e fortes (inclusive nas transmissões pela internet), uma outra modalidade de comunicação por áudio ganhou força neste século: os podcasts.

Esse formato de transmissão de arquivos multimídia surgiu em meados dos anos 2000, quando a Apple fazia sucesso com os seus aparelhos de reprodução de música, os iPods. Aliás, o próprio termo “podcast” vem do dispositivo: “pod” de “iPod” e “cast” de “broadcast” (transmissão).

Os podcasts podem conter desde uma simples seleção especial de músicas (função que o Spotify hoje já cumpre com bastante eficiência) até um programa cultural completo, como numa rádio.

Apesar dos iPods hoje já serem considerados itens ultrapassados, os podcasts resistem. Tanto que o Google lançou nesta semana mesmo um aplicativo para ouvir e baixar podcasts no Android, o Google Podcasts. A novidade foi recebida com comemorações pela comunidade web.

Existem vários outros aplicativos especializados em tornar mais fácil a experiência de se ouvir consumir podcasts; veja aqui um post do TecMundo com uma seleção desses aplicativos.